MARÇO 2011
Maurice Blondel e Michel Henry: Contributos convergentes para uma filosofia cristã (I)
O verdadeiro infinito encontra-se menos no conhecimento do que na vida. Não está nos factos, nem nos sentimentos, nem nas ideias, mas na acção. A aparente estreiteza da prática é imensamente mais ampla que a pretensa largueza da especulação ou que todo o misticismo do coração. (…). A verdade não vive na forma abstracta e universal do pensamento. O único comentário que a deixa intacta é a prática que em cada inteligência renova o mistério da sua concepção e a coloca inteiramente em cada uma delas com a riqueza dos seus aspectos contraditórios.
Por Bruno Nobre
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Três sugestões para democratizar a democracia
De cada vez que o povo é chamado às urnas, é tal a distância do povo em relação ao acto, que mais parece que alguém confundiu os termos e pensa tratar-se de algum enterro. E, se é inquietante este afastamento, não o é menos que os decisores políticos não retirem deste tremendo sinal as suas implicações.
Por Luís Manuel Pereira da Silva
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Quaresma e Páscoa: metáforas vivas da condição humana
...o mundo contemporâneo, marcado pela falta de sentido existencial – entregue às malignas tentações do poder, do prazer e do sucesso –, evidencia carência de experiências quaresmais.
Por Adelino Francisco de Oliveira
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Holiness and Christian magnanimity
“The heart of man is deep.” It is not a matter of the heart of flesh nor of measurable depth, it is a matter of infinity, that is to say, of the fact that the heart of man cannot be measured, for it opens into the depths of God. – Metropolitan Anthony of Sourazh