Julho de 2008

No princípio é a palavra

A interpretação personalista do mundo e dos humanos é, sem dúvida, a consequência primordial da centralidade da palavra na ontologia, na ética e na antropologia bíblicas. As alternativas não faltam nem param de apresentar-se, ao pensamento e à acção. Somos, por isso, hoje como sempre, colocados perante opções fundamentais: ou a visão judaico-cristã da nossa identidade humana, ou as diversas visões mítico-pagãs que continuam a seduzir muitos dos nossos contemporâneos.


por João Duque
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Cristofobia na Europa

«... enquanto for capaz de anunciar o Evangelho, fiel à grande Tradição dos Padres e dos Concílios, a Igreja terá algo diferente a dizer a uma Europa rica, cansada de si e entregue a ideologias desumanizadoras. E poderá, assim, constituir-se em comunidade de esperança num continente envelhecido, que parece ter renunciado ao futuro».

por Elias Couto
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Festas: expressão de fé... dum povo

Na medida em que sabemos o que somos, assim poderemos fazer propostas àqueles/as que esperam ver o rosto de Deus em nós e através de nós. A comunhão com os homens e mulheres do nosso tempo impele-nos a ajudar à festa, incentivando-a, de olhos postos em Cristo e os pés bem assentes na terra onde estamos, respeitando os espaços, os tempos e as funções ... dos outros e as nossas.

por Sílvio Couto
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