Maçonaria e católicos
1. Falando nas Jornadas de formação do clero da sua diocese, no dia 24 de Janeiro,, o Patriarca de Lisboa lembrou a importância da unidade entre os católicos. D. José Policarpo referia-se à unidade na acção pastoral, que não pode estar sujeita a individualismos mais ou menos caprichosos. Mas referia-se, também, à unidade que supõe entender a Igreja a partir da Igreja e não a partir dos próprios desejos e convicções.
Ler mais...Feriados e dias santos
1. Como consequência da crise económica e social em que Portugal se encontra mergulhado, o governo ganhou coragem para avançar não só no aumento do horário de trabalho mas também na supressão de alguns feriados. Não sei se isto dará contributo que se veja para a nossa saída da crise, mas também não me parece que seja discussão que valha a pena.
Ler mais...José Rodrigues dos Santos, a versão lusa de Dan Brown
Apresento, de seguida, a “Nota” que o Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura publicou, a propósito da apresentação pública do mais recente romance do jornalista José Rodrigues dos Santos.
Uma imitação requentada
O romance de José Rodrigues dos Santos, intitulado “O último segredo”, é formalmente uma obra literária. Nesse sentido, a discussão sobre a sua qualidade literária cabe à crítica especializada e aos leitores. Mas como este romance do autor tem a pretensão de entrar, com um tom de intolerância desabrida, numa outra área, a história da formação da Bíblia por um lado, e a fiabilidade das verdades de Fé em que os católicos acreditam por outro, pensamos que pode ser útil aos leitores exigentes (sejam eles crentes ou não) esclarecer alguns pontos de arbitrariedade em que o dito romance incorre.
Bento XVI no Tribunal Penal internacional: um insulto sem resposta
1. Bento XVI no Tribunal Penal internacional: um insulto sem resposta
No dia 13 de Setembro de 2011, deu entrada no Tribunal Penal Internacional uma queixa contra o Papa Bento XVI e vários outros cardeais, acusados de “crimes contra a humanidade”. O motivo, como seria de esperar, são as reais ou alegadas violências sexuais de alguns padres católicos contra crianças, cometidas em vários países. Segundo os apresentadores da queixa (uma associação de defesa das vítimas de padres pedófilos e uma organização de advocacia ligada aos direitos humanos, ambas dos Estados Unidos), Bento XVI e os seus colaboradores nada fizeram para castigar os delitos, optaram por uma política continuada de encobrimento e obstaculizaram continuamente as investigações das autoridades civis. Porque se trata de uma crime que atingiu “milhares” de crianças em todo o mundo, deve ser considerado equivalente aos crimes de genocídio ou outros crimes de guerra e aqueles que os permitiram devem ser julgados por “crimes contra a humanidade”.
ELEIÇÕES E CONSEQUÊNCIAS
1. As eleições de 5 de Junho abriram uma nova página na vida política, em Portugal. Pela primeira vez, o centro-direita tem condições para levar por diante uma reforma do país que vá de encontro à sua concepção de sociedade e também às necessidades reais de Portugal. Compreende-se que as atenções de todos estejam centradas nos temas económicos e na urgência de cumprir as reformas a que Portugal se comprometeu, face ao Fundo Monetário Internacional e à União Europeia. Estas reformas, porém, de nada servirão se o novo governo não se empenhar numa reforma mais funda e essencial: libertar o país da dependência da ideologia marxista, que tem condicionado toda a vida económica e social dos portugueses desde Abril de 1974.
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