Para os «tempos longos» da humanidade - I
Os nossos autores de referência foram os
filósofos – em grande parte, ateus – e não os
Santos Padres. O nosso livro de cabeceira foi
qualquer um, menos a Bíblia. E hoje somos uma
Igreja, na Europa, pelo menos à primeira vista,
votada ao fracasso, destinada a tornar-se peça de
museu – e nem como tal muito
considerada.
por
Elias Couto
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Choque de ortodoxias?
George pretende mostrar que os cristãos e outros
crentes têm razão quando defendem as suas
posições em problemas morais fundamentais, e têm
razão, sobretudo, quando as consideram
racionalmente superiores às alternativas
propugnadas pelos secularistas liberais e por
aqueles que, no seio das denominações religiosas,
abandonaram princípios morais tradicionais em
favor da moral secularista.
por
Isaías Hipólito
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A família segundo S. Paulo
«... o contributo da ideia judaico-cristã de
família centra as relações familiares na igual
dignidade e liberdade de todos os seus membros,
dignidade que os respeita como pessoas
diferentes; e centra essas relações em relações
de aliança amorosa, de tal modo que cada um se
sinta parte integrante do
outro».
por
João Duque
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Da ignorância académica: as religiões
O motivo pelo qual é necessário providenciar
cultura religiosa no nosso mundo prende-se com a
sobrevivência da nossa civilização, antes mesmo
da nossa sobrevivência como
cristãos.
por
Clara Costa Oliveira
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Viver o celibato como dom, em carisma e para a missão
Dado que o celibato sacerdotal é, normal,
recorrente e confusamente, tema de discussão nos
círculos da Igreja e fora deles, pareceu-nos
oportuno trazer à reflexão uma breve referência
que, na mais recente publicação, demos à estampa
– Dom e carisma de ser padre (Prior Velho:
Paulinas 2007), nas páginas 133-147. Consideramos
apresentar o nosso (mesmo que insignificante)
contributo sobre o assunto, transcrevendo aquilo
que foi amadurecido, pelo menos, durante três
anos e como que reflecte a nossa vivência
espiritual em maré de celebração do 25.º
aniversário de ordenação sacerdotal, a ocorrer a
17 de Julho. De seguida aferimos, para este
espaço, a reflexão aí
apresentada.
Por
Sílvio Couto
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Ano Europeu do Diálogo Intercultural: para uma humanização…
«A articulação palavra pronunciada e o rosto do
outro ser humano (Lévinas) que o verdadeiro
diálogo intercultural pressupõe constituem uma
alternativa antropológica à dissolução
identitária do sujeito contemporâneo no espaço
público».
Por José Luís Gonçalves
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