Junho de 2008

Para os «tempos longos» da humanidade - I

Os nossos autores de referência foram os filósofos – em grande parte, ateus – e não os Santos Padres. O nosso livro de cabeceira foi qualquer um, menos a Bíblia. E hoje somos uma Igreja, na Europa, pelo menos à primeira vista, votada ao fracasso, destinada a tornar-se peça de museu – e nem como tal muito considerada.


por Elias Couto
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Choque de ortodoxias?

George pretende mostrar que os cristãos e outros crentes têm razão quando defendem as suas posições em problemas morais fundamentais, e têm razão, sobretudo, quando as consideram racionalmente superiores às alternativas propugnadas pelos secularistas liberais e por aqueles que, no seio das denominações religiosas, abandonaram princípios morais tradicionais em favor da moral secularista.

por Isaías Hipólito
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A família segundo S. Paulo

«... o contributo da ideia judaico-cristã de família centra as relações familiares na igual dignidade e liberdade de todos os seus membros, dignidade que os respeita como pessoas diferentes; e centra essas relações em relações de aliança amorosa, de tal modo que cada um se sinta parte integrante do outro».


por João Duque
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Da ignorância académica: as religiões

O motivo pelo qual é necessário providenciar cultura religiosa no nosso mundo prende-se com a sobrevivência da nossa civilização, antes mesmo da nossa sobrevivência como cristãos.


por Clara Costa Oliveira
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Viver o celibato como dom, em carisma e para a missão

Dado que o celibato sacerdotal é, normal, recorrente e confusamente, tema de discussão nos círculos da Igreja e fora deles, pareceu-nos oportuno trazer à reflexão uma breve referência que, na mais recente publicação, demos à estampa – Dom e carisma de ser padre (Prior Velho: Paulinas 2007), nas páginas 133-147. Consideramos apresentar o nosso (mesmo que insignificante) contributo sobre o assunto, transcrevendo aquilo que foi amadurecido, pelo menos, durante três anos e como que reflecte a nossa vivência espiritual em maré de celebração do 25.º aniversário de ordenação sacerdotal, a ocorrer a 17 de Julho. De seguida aferimos, para este espaço, a reflexão aí apresentada.

Por Sílvio Couto
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Ano Europeu do Diálogo Intercultural: para uma humanização…

«A articulação palavra pronunciada e o rosto do outro ser humano (Lévinas) que o verdadeiro diálogo intercultural pressupõe constituem uma alternativa antropológica à dissolução identitária do sujeito contemporâneo no espaço público».

Por José Luís Gonçalves
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