Cristo e a Cidade
Um sítio ecuménico que não representa nenhuma Igreja cristã particular; sítio de cristãos empenhados em contribuir, de modo sereno mas eficaz, para tornar presente no espaço público a voz da Igreja de que são membros, na fidelidade ao seu Magistério, propondo-se fazê-lo sem renunciar às exigências da razão nem às da fé cristã.

NOVEMBRO 2009

NATAL E PÓS-CRISTIANISMO

... o natal cristão, por oposição ao natal «pós-cristão», será claramente a festa da família. Nele celebramos o facto de, na família humana, núcleo das relações inter-pessoais, se tornar para nós presente a relação primordial a Deus, incarnado em Jesus Cristo e, por isso, eixo das relações familiares de todos os humanos com o seu Deus.

por João Duque
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A FIGURA BÍBLICA DE CAIM

Caim recusa o outro como semelhante, quer o outro igual a si, mas não diferente e único. Se o quer igual a si, quer-se apenas a si mesmo. Não é Deus que pretende tudo isto, como a história do pensamento foi dizendo.

por José Carlos Carvalho
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DEZ PALAVRAS FUNDAMENTAIS DA BIOÉTICA (1)

Quando a humilhação se abate sobre um ser humano não é apenas ele que é humilhado, mas a dignidade de humano que nele subsiste. A humilhação de um a todos humilha.

por Luís Silva
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MAKING THE ARGUMENT FOR CHRISTIAN ORTHODOXY (2)

Of course, at bottom everything is simple, indeed divinely so. The problem consists in getting our minds around to seeing it as such. It appears to demand a great deal of doing and saying to get even close to it. In what follows, I hope to do justice to Conor Cunningham’s Genealogy of Nihilism as an effort to work through the tangle of dominant philosophical discourse to approach the divine simplicity that orthodox theology affirms as coincident with the real. In other words, I hold that Cunningham’s book is about ontology and is particularly helpful as a guide for intellectual pilgrims.

por Manuel Sumares
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